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Instalação de armazenamento de energia em escala utility integrada a uma paisagem alentejana ao pôr do sol. Imagem ilustrativa de conceito institucional.

Infraestrutura de armazenamento

A energia do futuro
precisa de tempo.

Desenvolvemos infraestrutura de armazenamento para uma rede mais flexível, estável e preparada para a integração renovável.

50 MW200 MWhPortugal

A mudança estrutural

Quando a geração cresce, a flexibilidade passa a valer tanto quanto a energia.

Portugal já avançou na geração renovável. O próximo capítulo é absorver excedentes, responder à volatilidade e sustentar a rede com ativos rápidos, modulares e controláveis.

50 MW

Potência-base

200 MWh

Capacidade

4 horas

Duração

100 MW / 400 MWh

Visão de expansão

A Alvor nasce para desenvolver uma plataforma de armazenamento em Portugal e, progressivamente, na Península Ibérica.

Subestação elétrica de alta tensão fotografada à noite. Imagem ilustrativa de conceito institucional.

O ativo

Infraestrutura elétrica.
Não apenas baterias.

Um sistema modular concebido para absorver, armazenar, otimizar e devolver energia com velocidade e controle.

Como funciona

Energia em movimento.

O BESS não produz energia. Produz flexibilidade.
  1. 01

    Absorver

    Excedente renovável

  2. 02

    Armazenar

    Baterias LFP

  3. 03

    Otimizar

    EMS, mercado e rede

  4. 04

    Devolver

    Energia e serviços

Baterias LFP

Energia e gestão térmica

PCS / MV

Conversão e transformação

EMS / SCADA

Controle e comunicação

Projeto BESS Portugal

50 MW de potência.
200 MWh de flexibilidade.

50 MW

Potência

200 MWh

Capacidade

4 h

Duração

8–12 ha

Área-base indicativa

Pré-RTB

Estágio

Portugal

Mercado inicial

O projeto-base considera um BESS stand-alone no corredor Estremoz–Alandroal–Falagueira.

Localização, capacidade de conexão, configuração final e cronograma estão sujeitos a estudos, diligência e procedimentos regulatórios.

Conheça o projeto

Portugal

A janela portuguesa
ficou mais concreta.

Renováveis, política pública, MIBEL e necessidade sistémica convergem.

01

Renováveis

Mais excedentes e volatilidade.

02

Flexibilidade

Resposta rápida e deslocamento temporal.

03

MIBEL

Integração ao mercado ibérico.

04

Rede

Segurança, equilíbrio e restrições.

Paisagem alentejana ao amanhecer com linhas de transmissão no horizonte. Imagem ilustrativa de conceito institucional.

Localização

O corredor estratégico.

Prioridade preliminar

Envolvente da Subestação de Estremoz.

Infraestrutura MAT, eixo Estremoz–Alandroal e proximidade ibérica sustentam a favorabilidade preliminar.

A capacidade dependerá de confirmação REN/DGEG e dos processos regulatórios aplicáveis.

ESPANHALisboaFalagueiraÉvoraEstremozAlandroalElvas

Disciplina

Convicção não dispensa disciplina.

01

Ligação

Rede, estudos e cenários

02

Receita

Modelo horário e estratégia comercial

03

CAPEX

RFI, RFQ e contingência

04

Licenças

Due diligence local

05

Tecnologia

OEM e garantias

06

Capital

Estrutura financeira e governança

Reduzir risco antes de aumentar escala.

Rota ao ativo

Da tese à operação.

  1. 2026

    Desenvolver

    • Terrenos
    • Rede
    • Engenharia
    • Licenciamento
    • Modelo comercial
  2. 2027

    Consolidar RTB

    • Direitos
    • Licenças
    • Conexão
    • Estruturação
  3. 2027–2028

    Financiar e construir

    • Financiamento
    • EPC
    • Tecnologia
    • Construção
  4. Operação

    Operar

    • Otimizar
    • Operar
    • Preparar expansão

Cada etapa transforma premissas em evidências verificáveis.